quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Vera Malaguti Batista - JUDICIALIZAÇÃO DA VIDA E O ESTADO DE POLÍCIA


domingo, 6 de novembro de 2011

Belo Horizonte.

Estarei lecionando Criminologia em Belo Horizonte (MG) na Fundação Escola Superior do Ministério Público de Minas Gerais, segunda-dia,14.11.11.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Congreso - "Abolición universal de la pena de muerte y otros tratos o penas crueles, inhumanos o degradantes” - Buenos Aires (Argentina)


Homenaje a los Profesores Dr. Marino Barbero Santos y Dr. Elías Neuman

Organizan:
  • Ministerio Público de la Defensa, Defensoría General de la Nación
  • Ejecutado por el Ministerio de Relaciones Exteriores, Comercio Internacional y Culto de la República Argentina
  • Financiado por la Embajada de España en Argentina -Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo AECID, Oficina Técnica de Cooperación.
Lugar: Facultad de Derecho – Universidad de Buenos Aires.
Miércoles 21 de septiembre
  • 14 a 15 hs. Acreditaciones
  • 15 a 15.30 hs. Acto de Apertura.
    • Stella Maris Martinez (Defensora General de la Nación)
    • Julio C. Alak (Ministro de Justicia y Derechos Humanos de la Nación)
    • Representante del Ministerio de Relaciones Exteriores Comercio Internacional y Culto.
    • D. José Lorenzo García Baltasar, Coordinador General de la Cooperación Española en Argentina. (AECID)
    • Eugenio H. Cozzi (Presidente del Colegio Público de Abogados de la Capital Federal)
    • Luis Cabral (Presidente de la Asociación de Magistrados y Funcionarios de la Justicia Nacional)
  • 15.30 a 16.30 hs. Conferencia de apertura a cargo del Dr. Luis Arroyo Zapatero (Presidente de la Société Internationale de Défense Sociale y Catedrático de la Universidad de Castilla La Mancha): “Abolición universal de la pena de muerte”.
    Coordinador de mesa: André Luis Machado de Castro (Presidente de ANADEP y Coordinador General de AIDEF)
  • 16.30 hs. Coffee Break
  • 17 a 19 hs. Panel: Pena de muerte: el debate ético-filosófico. La proyección de este debate en los instrumentos de derechos humanos. El rol de los tribunales internacionales en su abolición.
    • Cecilia Medina (Directora del Centro de Derechos Humanos de la Universidad de Chile – Ex Jueza de la Corte Interamericana de Derechos Humanos).
    • María Fernanda López Puleio (Defensora Pública Oficial a cargo de la Secretaría General de Política Institucional de la Defensoría General de la Nación)
    • Marta Muñoz (Profesora Ayudante de la Universidad de Castilla-La Mancha, doctora europea en Derecho por dicha universidad y miembro desde junio de 2005 del Instituto de Derecho penal europeo e internacional)
      Coordinadora de mesa: Silvia Sturla (Coordinadora General del Bloque de Defensores Públicos Oficiales del MERCOSUR)
  • 19 hs. Presentación del libro “Pena de muerte. Fundamentos teóricos para su abolición” de Ediciones Didot, a cargo de la Dra.Stella Maris MartínezLuis Arroyo ZapateroGabriel Ignacio Anitua y María Verónica Yamamoto.
Jueves 22 de septiembre
  • 9.30 a 10.30 hs. Conferencia a cargo de la Prof. Sandra Babcock (Profesora de la Universidad de Northwestern-Chicago):“Estrategias de litigio en casos de pena de muerte”.
    Coordinador de mesa: José Saez Capel (Juez de Cámara de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires)
  • 10.30 a 11 hs. Coffee Break
  • 11.30 a 13.30 hs. Panel: La tortura y los malos tratos en las instituciones de encierro. La implementación de los mecanismos de prevención previstos en el Protocolo Facultativo.
    • Paula Litvatchky (Directora del Programa Justicia Democrática del Centro de Estudios Legales y Sociales - CELS)
    • Sylvia Dias (Directora para América Latina de la Asociación para la Prevención de la Tortura).
    • Remo Gerardo Carlotto (Diputado Nacional por la Provincia de Buenos Aires)
    • Pablo Salinas (Abogado representante de los peticionarios en el caso “Penitenciaria de Mendoza” ante la CIDH)
      Coordinador de mesa: Asociación de Magistrados y Funcionarios de la Justicia Nacional
  • 13.30 a 15 hs. Almuerzo libre.
  • 15 a 17 hs. Panel: Prisiones perpetuas: ¿penas de muerte encubiertas? La inconstitucionalidad de la reincidencia.
    • Mario Juliano (Juez - Presidente de la Asociación Pensamiento Penal)
    • Gustavo Vitale (Defensor Público - Profesor Titular de la Universidad Nacional del Comahue)
    • Luis Niño (Juez - Profesor Titular de la Facultad de Derecho – UBA)
    • Stefano Manacorda (Profesor de Derecho Penal de la Facultad de Jurisprudencia de Nápoles)
      Coordinador de mesa: Carlos Flores (Defensor Público de la República del Paraguay)
  • 17 a 17.30 hs. Coffee Break
  • 17.30 a 18.30 hs. Conferencia a cargo de la Dra. Stella Maris Martínez (Defensora General de la Nación): “Prisiones perpetuas a menores”.
    Coordinador de mesa: Venezuela
Viernes 23 de septiembre
  • 9.30 a 11.30 hs. Panel: Violencia institucional en tiempos de democracia: la obligación internacional de investigar y sancionar a los responsables.
    • Daniel Rafecas (Juez – Profesor Adjunto de la Facultad de Derecho – UBA)
    • Cristina Caamaño (Secretaria de Seguridad del Ministerio de Seguridad de la Nación – Profesora Adjunta de la Facultad de Derecho – UBA)
    • Gabriel I. Anitua (Profesor Adjunto de la Facultad de Derecho – UBA)
    • Javier De Luca (Fiscal General de la Procuración General de la Nación – Profesor Titular de la Facultad de Derecho)
      Coordinador de mesa: Asociación de Magistrados y Funcionarios de la Justicia Nacional
  • 11.30 a 12 hs. Coffee Break
  • 12 a 14 hs. Panel: Bases de registro y seguimiento de torturas y malos tratos: la experiencia en las Provincias de Chubut, y de la Defensoría General de la Nación. Perspectivas antropológicas de la violencia institucional.
    • Hugo Arnaldo Barone (Defensor General de la Provincia de Chubut)
    • Silvia Martinez (Defensora Pública Oficial)
      Coordinador de mesa: Colegio Público de Abogados de la Capital Federal
  • 14 a 15.30 hs. Almuerzo libre.
  • 15.30 a 17 hs. Homenaje al Prof. Dr. Marino Barbero Santos a cargo del Prof. Dr. Ignacio Berdugo y del Prof. Dr. Luis Niño.
    Homenaje al Prof. Dr. Elías Neuman a cargo del Dr. Eugenio Raúl Zaffaroni.
  • 17 a 17.30 hs.Coffee Break
  • 17.30 a 18.30 hs. Prof. Dr. Raúl Zaffaroni “Hacer visible la tortura: el monitoreo permanente de los lugares de detención”.
    Coordinadora de mesa: Stella Maris Martinez (Defensora General de la Nación)
  • 18.30 hs. Acto de Clausura. Entrega de la Medalla “Cesare Beccaria” (Sociedad Internacional de Defensa Social) al Prof. Dr. David Baigún.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Obra indicada pelo blog - Como (não) se faz um Trabalho de Conclusão - 2011. Autor: Salo de Carvalho.



O livro tem como objetivo problematizar as formas usuais de redação dos trabalhos de conclusão (monografias, dissertações e teses) nas Faculdades de direito. Procura apontar os inúmeros equívocos derivados da supervalorização dos procedimentos de investigação e propor algumas alternativas viáveis para romper com herança burocrática que é uma das responsáveis pela estagnação da pesquisa no direito. Procuro, através deste trabalho, debater com os alunos e com os professores possibilidades diversas de pesquisa, fundamentalmente como abordar conteúdos de forma não-burocrática. Elaborei a monografia em forma de diálogo. Para efetivar esta troca de experiências dividi o trabalho em dois momentos. No primeiro descrevo uma espécie de pauta negativa sobre a pesquisa acadêmica: como não fazer uma pesquisa. No segundo, em uma pauta positiva, aponto algumas saídas possíveis que aprendi e desenvolvi durante meus 15 anos de docência: como é possível fazer uma pesquisa. O momento propositivo foi construído a partir de estudo de casos que considero representativos em termos metodológicos e com qualidade no conteúdo da análise. Creio que a apresentação de trabalhos acadêmicos virtuosos (projetos de pesquisa, monografias, dissertações e teses) permitirá aos alunos e aos professores perceber a infinita quantidade de métodos possíveis para além da mera revisão bibliográfica. Espero, sinceramente, que este livro colabore para que os pesquisadores realizem um diagnóstico dos problemas que a pesquisa jurídica enfrenta atualmente, visualizem maneiras outras de investigação e aumentem o diálogo qualificado entre corpo docente e discente.
Salo de Carvalho


Link para a obra: http://www.lumenjuris.com.br/?sub=produto&id=2834

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Uma surpresa desagradável.

Estou reorganizando meu livros e me deparo com uma surpresa desagradável. Amanhã irei até uma biblioteca para pedir auxílio. Achei um dos meus "tesouros" em péssimo estado. O livro é de 1921 e uma raridade na história do Direito brasileiro. Gosto muito de ler sobre a parte histórica de tudo que faço. Salvo engano, achei esse exemplar em um sebo há 12 anos atrás.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Virada de semestre, gripe e TCC.

Pessoal, ando meu sumido por estar um pouco gripado, passando por uma virada de semestre (nono para o décimo) e mexendo com a minha TCC de psicologia. Em breve voltarei com tudo. Um abraço.

domingo, 17 de abril de 2011

Direito Penal do Inimigo

O professor Paulo Cesar Busato acaba de lançar com Muñoz Conde o livro "Crítica ao Direito Penal do Inimigo" pela Editora Lumen Juris.

terça-feira, 12 de abril de 2011

domingo, 10 de abril de 2011

Site novacriminologia.com.br alcança 1.400 acessos diários (segundo a Locawebb).

Projeto do site foi rejeitado em 1998 e resolvi assumir tudo sozinho. Motivo do projeto não ter sido aprovado: "Sabe, Lélio, seu projeto é muito bom, mas internet não tem futuro".


quinta-feira, 7 de abril de 2011

Resumo de Criminologia, 6ª edição, RJ, Impetus, 20011 já está disponível no site da Saraiva


O livro foi escrito com o objetivo de ser o primeiro contato do estudante com o tema. A idéia surgiu há cerca de 10 anos, quando notei uma grande dificuldade das pessoas de entenderem a Criminologia, pois os livros eram muito difíceis de serem lidos.

A obra chega à sua sexta edição, após ter superado o número de 10.000 exemplares vendidos, e se consolidar no país como "material de iniciação" seguro e atualizado para aqueles que iniciam o estudo da Criminologia.

Contém indicações para pesquisas de aprofundamento e questões de concurso.



segunda-feira, 4 de abril de 2011

Debate "O abolicionismo hoje" - POA, 09.04.11.

 Horário: 9 abril 2011 de 14:00 a 18:00
Local: Absoluto Café
Organizado por: Moysés Neto

Descrição do evento:
"O Abolicionismo Hoje".

Debatedores:
Prof. Me. Grégori Elias Laitano (Mestre em Ciências Criminais - PUCRS)
Prof. Me. Marco Antonio de Abreu Scapini (Mestre em Ciências Criminais - PUCRS)

Data: 09/04/2011.
Horário: 14h-18h.
Local: Café Absoluto.


Ver mais detalhes e RSVP em Instituto de Criminologia e Alteridade:
http://criminologiaealteridade.ning.com/events/event/show?id=3391996%3AEvent%3A18234&xgi=1DoePifRiJ6Tzp&xg_source=msg_invite_event

domingo, 3 de abril de 2011

Dica de livro: Criminologia & Natureza Humana


Título: Criminologia & Natureza Humana
Autor: Egberto Zimmermann
Editora: Núria Fabris Editora
ISBN: 9788560520817
Ano: 2011
Nº de páginas: 278
Encadernação: Brochura

 

A história dos pensamentos Criminológicos de cunho etiológico demonstra a oscilação constante entre buscar as causas da criminalidade em fatores biológicos do indivíduo criminoso e buscar nas variáveis sociais aquilo que leva um sujeito a delinqüir. Basta uma breve visita aos manuais de criminologia para se perceber a existência destes dois eixos centrais, que de longa data se acreditam mutuamente excludentes. Por um lado se vê o positivismo e seus posteriores desdobramentos como pertencentes a uma vertente criminológica que busca em características físicas do indivíduo a sua marca criminosa, aquilo que o destina inevitavelmente aos atos anti-sociais. De outro lado se vê o discurso sociológico, que despreza os aspectos biológicos, amparando-se, quando muito, na psicologia behaviorista, sustentando que apenas variáveis sociais e culturais podem conduzir alguém à prática de um delito. Esta dicotomia que se presencia na criminologia faz parte de um longo debate originado a partir de Francis Galton entre natureza e cultura (nature x nurture) e perpetuado por estudiosos de ambos os lados da controvérsia, como Durkheim. Com o avanço científico presenciado nas últimas décadas do século XX, desenvolveram-se disciplinas como as neurociências, a genética comportamental e a psicologia evolucionista, que, diferindo bastante das abordagens realizadas no século XIX e início do século XX, buscam estudar o homem como um ser ao mesmo tempo biológico e social, esferas estas que se influenciam mutuamente. Estes saberes evitam a dicotomia "natureza" e "cultura", estudando o homem em sua totalidade. A presente obra, portanto, visa mostrar ao público a contribuição e o potencial explicativo que a psicologia evolucionista pode oferecer para a compreensão do fenômeno da criminalidade. Baseado em conceitos como adaptação, mecanismos mentais e outros, e partindo do pressuposto da normalidade do criminoso e da capacidade de todos para delinqüir, a psicologia evolucionista pode contribuir para o estudo da criminalidade, sem prejuízo das demais teorias já desenvolvidas anteriormente, tanto no âmbito das ciências da natureza quanto no das ciências humanas.

SUMÁRIO
LISTA DE FIGURAS E GRÁFICOS
APRESENTAÇÃO DO PROF. DR. ARTUR DE BRITO GUEIROS SOUZA
INTRODUÇÃO
1 OS PRIMEIROS PASSOS DA CRIMINOLOGIA
1.1 Considerações introdutórias
1.2 As teorias de cunho biológico do século XIX ao fim da 2a Guerra Mundial
1.2.1 Os pioneiros: a psiquiatria e a frenologia
1.2.2 O positivismo e a virada para o século XX
1.2.3 Do início do século XX até o fim da Segunda Guerra Mundial.
2 A RUPTURA SOCIOLÓGICA
2.1 Considerações introdutórias
2.2 O funcionalismo
2.3 A Escola de Chicago
2.4 Teorias das subculturas criminais
2.5 A teoria da aprendizagem social
2.6 Teorias do controle
3 A RETOMADA DO DISCURSO BIOLÓGICO
3.1 Considerações introdutórias
3.2 As abordagens recentes: neurociências, genética
comportamental e psicologia evolucionista
4 O SURGIMENTO DA PSICOLOGIA EVOLUCIONISTA E SEUS PRINCIPAIS ASPECTOS
4.1 Percurso histórico
4.2 Considerações sobre a psicologia evolucionista
4.2.1 Os pilares da psicologia evolucionista
4.2.1.1 A moderna biologia evolutiva
4.2.1.2 As ciências cognitivas
4.2.1.3 A paleoantropologia
4.2.1.4 O estudo do comportamento animal e a primatologia
4.2.2 Alguns fundamentos da psicologia evolucionista
4.2.2.1 Natureza ou cultura: a abordagem da psicologia evolucionista
4.2.2.2 Motivações e emoções
4.3 Notas finais
5 POSSÍVEIS APLICAÇÕES PRÁTICAS DA PSICOLOGIA EVOLUCIONISTA NA CRIMINOLOGIA
5.1 Considerações introdutórias
5.2 A assimetria sexual nas estatísticas criminais
5.3 Os conflitos em razão de parceiros sexuais
5.4 A importância do status
5.4.1 O status e a hierarquia na natureza
5.4.2 O status e a hierarquia entre os homens
5.4.2.1 A relação entre status e o sistema endócrino...
5.4.2.2 Os mecanismos mentais para lidar
com questões de status
5.4.2.3 O status do ponto de vista objetivo
5.4.3 O status como motivação delitiva
5.5 A evolução do sentimento de justiça
5.5.1 Aspectos psicológicos do juízo moral
5.5.1.1 O cérebro moral
5.5.1.2 Algumas reflexões sobre a axiologia
5.5.1.3 Os módulos morais e sua evolução
5.5.2 Notas finais sobre a evolução do sentimento de justiça
6 CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS
LISTA DE FIGURAS, GRÁFICOS E TABELAS
Figura 1 Mapa frenológico
Gráfico 1 Representação simplificada da dinâmica "input-processamento-output"
Gráfico 2 Representação simplificada da influência do ambiente no desenvolvimento do mecanismo mental
que está na base do comportamento
Gráfico 3 Comparação entre a participação de homens
e mulheres na estatística criminal brasileira no ano de 2005
Gráficos 4 e 5 Comparação entre a participação de homens
e mulheres na estatística criminal canadense no ano de 2003
Gráfico 6 Comparação entre a participação de homens e
mulheres na estatística criminal turca de 2007
Gráfico 7 Comparação entre a participação de homens e mulheres
na estatística criminal chinesa no ano de 2002
Gráfico 8 Evolução da participação feminina nas
estatísticas criminais dos EUA
Gráfico 9 Comparação entre a participação de homens e mulheres
nas estatísticas criminais dos EUA entre os anos de 1965 e 2000
Gráfico 10 Comparação entre a participação de homens e
mulheres nas estatísticas criminais norte-americanas de
homicídios, roubos e fraudes entre os anos de 1931 e 1979

EGBERTO ZIMMERMANN é Promotor de Justiça no Estado do Rio de Janeiro, mestre em Direito Penal pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e especialista em Gestão de Segurança Pública e Justiça Criminal pela Universidade Federal Fluminense e em Criminologia pelo Instituto Superior do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Palestra "agressores sexuais" na UNIVALE - Gov. Valadares, MG, dia 30.03.11.


Apresentei o tema "Agressores sexuais" e Roberto Jório "Perversões sexuais".


Os colegas acadêmicos de psicologia prestigiaram o evento.

quarta-feira, 23 de março de 2011

quinta-feira, 17 de março de 2011

Criminologia de garagem


"Criminologia de Garagem" é um projeto idealizado por Felipe Moreira de Oliveira, Moyses Pinto Neto e Salo de Carvalho. Neste espaço se discute o ensino jurídico banhado ao som de muito rock and roll.

O primeiro programa, gravado nos estúdios da Music Box em Porto Alegre, foi editado por Fernando Rotta


 

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

INSTITUTO DE ESTUDOS PSICANALÍTICOS LUIS MAIA - Natal (RN)

INSTITUTO DE ESTUDOS PSICANALÍTICOS LUIS MAIA

INSCRIÇÕES PARA A TERCEIRA TURMA - NATAL - RN
INÍCIO 19/MAR/2011

EVENTO: O Instituto é um curso que oferece uma consistente base teórica em PSICANÁLISE. Composto por seis semestres:
(1) Freud I, (2) Freud II, (3) Freud III, (4) Escola Inglesa (Klein e Winnicott), (5) Escola Francesa (Lacan e Laplanche) e (6) Bases filosóficas e Psicopatologia.

PROMOÇÃO e REALIZAÇÃO: Sociedade Psicanalítica da Paraíba, através do seu Núcleo Psicanalítico do Rio Grande do Norte (NUPSIRN).

DATA: Inscrições abertas, já!  

Início das aulas: sábado, 19/março/2011

HORÁRIO: Dois sábados (9:00 às 13:00h) de cada mês, totalizando oito horas de aulas mensais.

LOCAL: Sede do NUPSIRN, Av. Sen. Salgado Filho, 1630 – Shopping Tirol, sl. 12 – Natal RN.

PÚBLICO ALVO: psicólogos, alunos concluintes de Psicologia, interessados em estudar psicanálise e que tenham alguma graduação universitária.

INVESTIMENTO: mensalidade de R$ 120,00.

INSCRIÇÕES/INFORMAÇÕES: e-mail: nupsirn@uol.com.br,
fone: (84) 3208-2383, site: www.sppb.com.br .

PSICÓLOGA(O)  e CRP do RESPONSÁVEL:
Eugênia Chaves, CRP17/0311.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

LUTO COMO MÃE E OUTROS LUTOS



O documentário Luto como Mãe estréia no Cine Olido, dia 28 de fevereiro na mostra Luto como Mãe e outros Lutos.
Produzido pelo Cinema Nosso, Jabuti Filmes e TVZero, e com direção de Luis Carlos Nascimento, o filme aborda histórias de mães, irmães e esposas que perderam seus familiares em atos de violência urbana e que procuram dar sentido à vida por meio da justiça.
Para amplificar a discussão, um conjunto de filmes com temas afins foi selecionado e nele figuram A Troca, de Clint Eastwood,Ônibus 174, Tropa de Elite e Tropa de Elite 2, além de uma coletânea de curtas-metragens, que tratam da violência urbana.

Cine Olido: Av. São João, 473. Centro - São Paulo - SP. TEL 3331-8399.
28 de fevereiro a 28 de março de 2011. 236 lugares. R$ 1,00
Programação completa em:
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/noticias/?p=8797

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Minicurso - Os estudos da violência, do crime e das políticas públicas em segurança na Ciência Política - Sumé (PB)


A primeira semana interdisciplinar do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido (CDSA/UFCG), campus de Sumé, terá palestras, mesas redondas e minicursos.


O minicurso abaixo será ministrado no dia 17.02.l1, das 14 às 18 horas.




Os estudos da violência, do crime e das políticas públicas em segurança na Ciência Política




Professor Doutor José Maria Nóbrega Jr.
CDSA/UAEDUC




Ementa: Ciência Política como área de estudos sobre violência, criminalidade, políticas públicas em segurança e instituições; O que diz a Literatura das Ciências Sociais, Nacional e Internacional; Os principais conceitos sobre delinquência e comportamento desviante; O poder explicativo da Escolha Racional (Rational Choice); O neo-institucionalismo e os estudos sobre Segurança Pública; Estatísticas e métodos de análise.


Objetivos: introduzir o estudante nos estudos sobre a violência, a criminalidade e o papel das instituições coercitivas, observando a dinâmica da violência e da criminalidade homicida, a relação do crime violento com a ineficácia das instituições responsáveis pela aplicação do monopólio da força, bem como o aparato teórico e metodológico desenvolvido no Brasil e nos EUA nos séculos XX e XXI.


Organização da apresentação:


1. Demonstrar a área dos estudos da violência nas Ciências Sociais, como essa área se desenvolveu nos EUA, como as três disciplinas das Ciências Sociais (Antropologia, Sociologia e Ciência Política) desenvolveram seus instrumentais para analisar os estudos sobre crime e violência, com destaque à Ciência Política como área específica de análise da violência, do crime e do papel das instituições de coerção;


2. Como a literatura, nacional e internacional, vem se desenvolvendo, sobretudo no Brasil após a década de oitenta;


3. Trabalhar a questão da delinqüência como um problema social e de políticas públicas analisando teorias do comportamento desviante (out-sider) e como isso pode estar atrelado a um contexto de aprendizado;


4. A explicação do crime e da violência homicida tendo como suporte teórico a Escolha Racional. Essa teoria tem como base o utilitarismo, onde o indivíduo, ou grupo, elabora estratégias tendo como fim maximizar seus interesses em curto prazo. Em contextos de oportunidades há maiores espaços e estímulos para as práticas criminosas e/ou violentas (como o homicídio);


5. Como o neo-institucionalismo histórico ajuda a entender a trajetória das instituições, e como a falta de confiança gerada pela trajetória das instituições coercitivas do estado brasileiro podem contribuir para a ineficácia da tarefa de controle do crime violento, sobretudo dos homicídios;


6. Estatísticas descritivas, georeferenciamento e análise por conglomerados, dinâmica da violência homicida e o método quantitativo na análise do crime, da violência e da performance institucional.




Metodologia:
aulas expositivas com utilização de recursos como slides ilustrativos e material de leitura; debates e discussões.


Avaliação:
o aluno produzirá texto dissertativo sobre o conteúdo do curso, com tema ligado a discussão.




Bibliografia:


ADORNO, Sérgio. O Monopólio estatal da violência na sociedade brasileira contemporânea. In: MICELI, Sérgio. O que ler na ciência social brasileira (1970 a 2002). São Paulo: Sumaré/Anpocs, vol. 4, 2002.


ADORNO, Sérgio; SALLA, Fernando. Criminalidade organizada nas prisões e os ataques do PCC. Revista de Estudos Avançados, vol.21, n.61, 2007.


ALVAREZ, Marcos César (2002), “A Criminologia no Brasil ou como tratar desigualmente os desiguais”. In Dados – Revista de Ciências Sociais, Vol. 45, nº 4, PP. 677 a 704.


BEATO FILHO, C. C. (1998), “Determinantes da criminalidade em Minas Gerais”. Revista Brasileira de Ciências Sociais;13:74-87.


BECKER, G. (1968), “Crime and Punishment: An Economic Approach” in Journal of Political Economy, vol. 76, pp. 169-217.


CANO, Ignácio e RIBEIRO, Eduardo (2007), “Homicídios no Rio de Janeiro e no Brasil: dados, políticas públicas e perspectivas” in Homicídios no Brasil. Marcus Vinicius Gonçalves da Cruz e Eduardo Cerqueira Batitucci (orgs.). FGV Editora. Rio de Janeiro.


COELHO, E.C. (1988), “A Criminalidade Urbana Violenta”. Dados, vol. 31, nº 2, PP. 145-183.


FUKUYAMA, Francis (2002), Capital Social in A cultura importa, os valores que definem o progresso humano, orgs. Lawrence E. Harrison e Samuel P. Huntington, Ed. Record, Rio de Janeiro e São Paulo.


KANT DE LIMA, Roberto (1995), A Polícia da Cidade do Rio de Janeiro. Seus dilemas e paradoxos. 2ª edição revista. Editora Forense, Rio de Janeiro.


KELLING, George; COLES, Catherine M. (2003,) Fixing Broken Windows: Restoring Order and Reducing Crime in Our Communities. New York: Free Press.


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MARKOWITZ, Sara (2000), “Criminal Violence and Alcohol beverage control: evidence from a international study”. Working Paper 7481, National Bureau of Economic Research.


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MELLO, João M. P. de e SCHNEIDER, Alexandre (2009), “Mudança Demográfica e a Dinâmica dos Homicídios no Estado de São Paulo”. Coleção Segurança com Cidadania, Ano 1, Nº 3, Homicídios: Políticas de Controle e Prevenção no Brasil. ISSN 1984-7025.


MERTON, R. K. (1957), Social Theory and Social Structure. New York: Free Press.


MINAYO, Maria Cecília S. (1994), “A Violência Social sob a perspectiva da Saúde Pública” in Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, 10 (supl. 1) , pp. 07-18.


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NÓBREGA JÚNIOR. José Maria P. da, ZAVERUCHA, Jorge e ROCHA, Enivaldo C. da (2009), “Homicídios no Brasil: revisando a bibliografia nacional e seus resultados empíricos”, Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais BIB. N. 67, PP. 75-94. ISSN 1516-8085.


NÓBREGA JÚNIOR, José Maria P. da, ROCHA, Enivaldo C. da e SANTOS, Manoel Leonardo dos (2009), “Determinantes da criminalidade violenta no Brasil – 1995-2004”, paper apresentado no 28º Congresso da LASA no Rio de Janeiro, junho de 2009.


NÓBREGA JÚNIOR, José Maria P. da (2009), “Homicídios em Pernambuco: dinâmica e relações de causalidade”, in Coleção Segurança com Cidadania, Ano 1, Nº 3, Homicídios: Políticas de Controle e Prevenção no Brasil. ISSN 1984-7025.


NÓBREGA JÚNIOR, José Maria P.da (2009), Semidemocracia brasileira: as instituições coercitivas e práticas sociais. Nossa Livraria Editora. Recife.


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NÓBREGA JÚNIOR, J.M.P; ZAVERUCHA, Jorge (2011), “Violência homicida no nordeste brasileiro: uma refutação às explicações baseadas na desigualdade e na pobreza”. Anuário Antropológico/2009 - 2, 2010: 53-87. Rio de Janeiro.


PAIXÃO, A.L. (1988), “Crime, Controle Social e Consolidação da Democracia”, in F.W. Reis e G. O´Donnell (orgs.), A Democracia no Brasil: Dilemas e Perspectivas. São Paulo, Vértice.


PATERNOSTER, R and MAZEROLLE, P. (1994), “General Strain Theory and Delinquency: A Replication and Extension”. Journal of Research in Crime and Delinquency, vol. 31, PP. 235-263.


PEZZIN, L. (1986), Criminalidade Urbana e Crise Econômica. São Paulo, IPE/USP.


RIBEIRO, Ludmila (2008), Administração da Justiça Criminal na Cidade do Rio de Janeiro: Uma análise dos determinantes do tempo e do desfecho dos casos de homicídio doloso em uma perspectiva comparada. Tese de Doutorado. IUPERJ. Rio de Janeiro.


ROTHSTEIN, Bo (2005), Social Trap and the Problem of Trust. Cambridge: Cambridge University Press.


SÁNCHEZ TORRES, Fabio (2007), Las Cuentas de La Violencia, Economía Universidad de los Andes, Bogotá, Grupo Editorial Norma.


SAPORI, L. F. (2008), Segurança pública no Brasil. Desafios e perspectivas. FGV. Rio de Janeiro.


SOARES, Gláucio A. D. (2008), Não Matarás. Desenvolvimento, Desigualdade e Homicídios. Ed. FGV. Rio de Janeiro.


SUTHERLAND, Edwin H. (1939) Principles of Criminology. Philadelphia: J.B. Lippincott.


SZWARCWALD CL, CASTILHO E. (1998), “Mortalidade por armas de fogo no Estado do Rio de Janeiro, Brasil: uma análise espacial”. Rev Panam Salud Pública;4:161-70.


WAISELFISZ, Julio Jacobo (2008), Mapa da Violência dos Municípios Brasileiros –2008, Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana, RITLA, Instituto Sangari, Ministério da Saúde e Ministério da Justiça.


ZALUAR, Alba (2007), “Democratização inacabada: fracasso da segurança pública”. In: Estudos Avançados, USP. Pp. 31-49.


ZAVERUCHA, Jorge (2004), Polícia Civil de Pernambuco: o Desafio da Reforma. Editora Universitária UFPE. 2ª edição revisada. Recife.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

II Curso de Especialização em Criminologia e Psicologia Criminal - UNIPÊ - João Pessoa (PB)

O Centro Universitário de João Pessoa (Unipê) realizará no dia 30 de março às 19h30 uma importante palestra sobre  as Contribuições da Psicopatologia Fundamental para a Criminologia.
A mesma será ministrada pelo Prof. Pós Doutor em Psicopatologia Fundamental e Psicanálise pela Universidade de Paris VII Paulo Roberto Ceccarelli.
Objetivo do Curso
Proporcionar aos profissionais de nível superior a compreensão do funcionamento mental do criminoso através das interfaces das ciências penais, da psicologia criminal e do saber psicanalítico.
 Público-Alvo
• Profissionais de nível superior das áreas do Direito
• Psicologia
• Psicanálise
• Medicina
• Pedagogia
• Ciências Sociais
• Serviço Social
• Policiais
• Peritos Criminais
• Áreas afins
Vagas
50
Carga horária390 horas
Modalidade do Curso
Presencial
Duração do Curso30 de março de 2011 a junho de 2012
Estrutura Curricular
• Criminalidade de Massa e Criminalidade Moderna
Criminalística e Polícia Científica
• Introdução à Criminologia e Vitimologia
Justiça Restaurativa e de Proximidade• Medicina Legal e Ciências Forenses
Metodologia do Trabalho Científico
• Negociação de Reféns e Gerenciamento de Crise
Psicologia Investigativa Criminal
• Psicologia Jurídica
Psicopatologia Fundamental
• Sociologia do Crime
Teoria Psicanalítica: Uma Contribuição ao Estudo da Criminalidade
• Tópicos Avançados do Direito Penal e Processual Penal
Transtornos de Personalidade Criminosa
Horários das aulas (Mensalmente)
Quinta e Sexta - Manhã (8h às 12h20) e Noite (18h30 às 22h15)
Sábado - Manhã (8h às 12h20) e Noite (14h às 18h20)
Início das Aulas
Palestra com o Dr. Paulo Cecarrelli  (Aula inaugural) dia 29 de março de 2011
Valores: Profissional R$ 40,00 - Estudante R$ 20,00
Gratuito para alunos matriculados no II Curso de Especialização em Criminologia e Psicologia Criminal.
Será conferido certificado de participação: 4 horas/aula .
Professores Responsáveis
PROFA. DRA. MERCÊS MURIBECA
PROF. DR. ROMULO PALITOT
SAIBA MAIS SOBRE ESTE CURSO
Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão
Coordenadoria de Pós-Graduação
Local: Campus do UNIPÊ, Espaço Cultural
Fone: (83) 2106 9284
Documentação Exigida
Cópia de Diploma
RG e CPF
Comprovante de Residência
01 foto 3X4

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

LFG - Macrodelinquência econômica (parte I)

O professor Luiz Flávio Gomes leciona que na atualidade há uma forte corrente doutrinária que fala em macrodelinquência socioeconômica e destaca os ensinamentos de Sutherland.


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Artigo "Os homicídios no Nordeste Brasileiro". Autor: José Maria Nóbrega Júnior

Resumo: A violência homicida cresce de forma linear no Nordeste desde o início da década de noventa. Entre 2005 e 2008 os dados do SIM/SUS apontam para um processo de inversão entre as taxas de homicídios das regiões Sudeste em relação ao Nordeste. 2/3 dos homicídios dessa região encontram-se concentrados em três estados: Bahia, Alagoas e Pernambuco. Qual a dinâmica desse tipo de morte violenta na região Nordeste? Quais fatores causam ou se correlacionam/associam com os homicídios nessa região? As respostas são várias e, apesar da melhoria da condição socioeconômica no Nordeste, a maioria dos estados nordestinos mostra crescimento da criminalidade violenta, o que sugere a atuação das políticas públicas em segurança como fator fundamental no controle da violência homicida.

Palavras-chave: homicídios, dinâmica, relações causais, Nordeste, violência, Políticas Públicas, Segurança.

domingo, 23 de janeiro de 2011

2º Congresso Internacional de Ciências Criminais - PUC-RS - 06 a 08 de abril de 2011.

O 2º Congresso Internacional de Ciências Criminais - Criminologia e Sistemas Jurídico-Penais Contemporâneos, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Criminais – PPGCCrim – da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS –, apresenta-se ao público acadêmico e profissional como o segundo evento de um projeto em desenvolvimento no âmbito do referido Programa de Pós-Graduação, voltado a fomentar o diálogo e a troca de experiências e de conhecimentos científicos, no caso, das ciências jurídico-penais, através do intercâmbio nacional e internacional entre os mais variados e reconhecidos investigadores e cientistas do meio jurídico e de áreas afins às ciências criminais.

     O Programa de Pós-Graduação em Ciências Criminais da PUCRS, após mais de dez anos de existência e mais de 170 mestres formados, além de doutores em formação, está consolidado atualmente como referência nacional e internacional no estudo de excelência das ciências criminais, notadamente pela sua proposta de examinar a violência em sua forma mais ampla, não apenas sob a ótica do Direito, mas, também, pela interface com outros campos de conhecimento das humanidades e da psiquiatria. Advém, daí, a abertura e o ótimo relacionamento mantido pelo Programa com reconhecidas instituições de ensino superior do Brasil e do exterior, dentre as quais, exemplificativamente, merecem menção a Universidade de Coimbra – Portugal e a Universidade Complutense de Madrid – Espanha.

     Pautado nessa harmoniosa relação, e ciente de suas responsabilidades frente ao momento de transformação e atualização dos sistemas jurídico-penais, que se apresenta como característica da sociedade contemporânea, o PPGCCrim pretende fomentar a troca de experiência entre pesquisadores europeus e latino-americanos, trazendo ao público acadêmico e profissional brasileiro as perspectivas e tendências da Criminologia, do Direito Penal e do Direito Processual Penal para o milênio que se apresenta.

Faça sua inscrição no site do evento: http://www.pucrs.br/eventos/cienciascriminais/?p=apresentacao 

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Uma homenagem - Prof. Roberto Jório (UNIVALE)


O ano de 2011 conclui uma etapa nova em minha vida. Encerrarei em dezembro um ciclo, pois entrei no penúltimo período (9º) do curso de graduação em psicologia pela UNIVALE. Minha visão de mundo hoje é outra.

Entrei no curso por causa da Criminologia, mas o crescimento pessoal foi (com certeza) o maior ganho que pude ter com essa experiência. Meu amigo e orientador Roberto Jório, professor de psicologia jurídica, me apoiou em todos as parcerias que o MP fez com o curso de Psicologia.

 Discutimos muitas coisas: sistema prisional, o filme "prisioneiro da grade de ferro", assassinos seriais (serial killers), filme "Monster", pedofilia, sociopatia etc.

Grande Jório, esse agradecimento aqui vai para você, meu parceiro e amigo.