domingo, 21 de setembro de 2008


http://www2.pol.org.br/sistemaprisional/

Em parceria com DEPEN, o CFP realizou em 2005, o I Seminário Nacional sobre a Atuação do Psicólogo no Sistema Prisional, construído a partir de debates, reflexões e proposições realizadas em 16 Conselhos Regionais. Esses encontros tinham a finalidade de elaborar estratégias para desenvolverem ações em torno da atuação do psicólogo no Sistema; contribuir na construção das atribuições, competências e possibilidades de formação para o psicólogo, e subsidiar proposta de formação no Sistema Prisional, embasada em uma prática profissional voltada para integração social.
O CFP tem construído um debate crítico e reflexivo sobre as prisões pautado na premissa do compromisso social da Psicologia, no reposicionamento da prática do psicólogo no sistema prisional tendo em vista as políticas públicas e os Direitos Humanos.


Esse debate tem como contexto as teses do V e VI CNP, que indicam a disposição da categoria em enfrentar o desafio de fazer a crítica da prisão e de suas práticas neste espaço. Essa disposição se expressa no desenvolvimento do projeto de apoio aos familiares e egressos do sistema penitenciário, por meio do BSS. Na produção do vídeo "De Dentro Para Fora", sobre as prisões, da série "Não é o que Parece", que discute a prisão como um dispositivo feito para produzir a segregação.


Na realização da Campanha Nacional de Direitos Humanos, com o tema "O que foi feito para excluir não pode incluir", pedindo o fim da violência nas práticas de privação de liberdade, incluindo-se aí todas as formas de confinamento, com a finalidade de problematizar todas as práticas de privação de liberdade, como as prisões, mas também os abrigos, os asilos e as unidades de internação de crianças e jovens. Na realização da oficina: "Grades não são solução para a vida; queremos outra saída", no VI Fórum Social Mundial, com a finalidade de propor a criação de uma Frente Mundial contra os manicômios e as prisões e lançar o debate em torno do tema "O Fim Possível das Prisões: uma contribuição no campo da subjetividade".
A realização da 2ª. Edição do Seminário Nacional sobre a Atuação do Psicólogo no Sistema Prisional tem por objetivo ampliar a crítica da prisão e problematizar a atuação do psicólogo no sistema prisional. A proposta é resgatar fazeres e convocações históricas do sistema de justiça ao psicólogo que atua em prisões e avançar na discussão de contribuições da Psicologia na direção da produção de responsabilidade e subjetividade, propondo alternativas institucionais geradoras de responsabilização.


Por meio de painéis e conferências propomos a ampliação do diálogo com movimentos sociais e a construção de parcerias nessa tarefa de pensar o fim possível das prisões, compreendendo que o modelo de privação de liberdade não faz avançar a cidadania, produz exclusão e propor discussão na direção de ações responsabilizadoras e não- vingativas. M uitos são os desafios colocados à Psicologia.


Por isso estamos mais que convidando, estamos convocando os psicólogos a participarem, ampliando as possibilidades da prática profissional e se alinhando na crítica a esse modelo violento.
Professor Lélio Braga calhau


RECOMENDA

Crimes e MercadosEnsaios e Anticriminologia
ISBN: 9788537503652
Autor(es):
Ruggiero, Vincenzo
Editora: Lumen Juris

“Vincenzo Ruggiero é criminólogo, professor de Sociologia, nascido na Itália e radicado na Inglaterra. Neste livro reúne ensaios nos quais discute crimes cometidos por poderosos e não poderosos através de uma abordagem original e bastante útil à compreensão da realidade brasileira, ressalvadas as dificuldades em transplantar conceitos e pesquisas de um determinado contexto para outro.

Em estudos contrários às análises convencionais que identificam o comportamento criminoso como resultado de desvantagem social, desemprego ou falta de recursos, o autor argumenta que formas específicas de criminalidade podem ser, ao contrário, resultado de abundância de oportunidades e recursos.A maior parte dos capítulos espelha pesquisas empíricas conduzidas por Ruggiero, nas décadas de 80 e 90, sobre duas importantes formas de crimes orientadas pela lógica de mercado: tráfico de drogas e corrupção política. (...)” – Ana Paula Zomer Sica

Tradução da obra:

Davi Tangerino, Luciana Boiteux e Luiz Guilherme Mendes de Paiva

Ano: 2008

Edição: 1

Páginas: 208

Dimensões: 16X23

Acabamento: Brochura

sábado, 20 de setembro de 2008

Ministro do STF Menezes Direito arquiva HC contra restrições ao uso de algemas
O ministro Carlos Alberto Menezes Direito negou seguimento (arquivou), na noite desta sexta-feira, ao Habeas Corpus (HC) 96238, em que o Sindicato de Policiais Federais no Distrito Federal (Sindipol -DF) pedia reconhecimento da inconstitucionalidade da Súmula Vinculante 11 e salvo-conduto nos casos de seu descumprimento, na tentativa de evitar ações judiciais contra os policiais.Pedido semelhante foi arquivado pelo ministro Joaquim Barbosa na semana passada, quando rejeitou Habeas Corpus preventivo (HC 95921) impetrado pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte, em favor de policiais civis e militares e agentes penitenciários do estado. Eles alegavam inconstitucionalidade e diziam que a súmula é mais rigorosa que a própria lei penal. Barbosa afirmou em sua decisão que o HC não seria o instrumento adequado para pedir revisão de Súmula Vinculante.
Editada em 13 de agosto pelo Supremo Tribunal Federal, a súmula limita o uso de algemas a casos excepcionais: apenas se o preso tentar fugir ou colocar em risco o policial ou terceiros. O texto prevê sanções para quem submeter o preso a constrangimento moral ou físico se não houver justificativa por escrito do uso de algemas.
O Sindipol-DF pedia ao Supremo a concessão de salvo-conduto coletivo, por meio de liminar, para que os policiais não fossem processados criminalmente ou administrativamente por desobediência à súmula. O argumento dos policiais no HC rejeitado hoje foi de que se trata de um “ato inconstitucional e desprovido de razoabilidade”.
Segundo o ministro Menezes Direito, o habeas corpus tem previsão constitucional para “aquele que sofre ou se acha ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção”. O habeas impetrado pelo Sindipol, no entanto, “não busca afastar qualquer ameaça a direito de locomoção, mas, tão-somente, desincumbir-se do ônus de realizar todos os atos relativos a demonstrar a excepcionalidade do uso de algemas”, explicou.
Assim, o ministro considerou o pedido incabível. “Por não haver nenhuma ilegalidade ou ato que configure constrangimento ilegal, não vejo como dar seguimento ao presente habeas corpus”. O ministro disse, ainda, que, por ser incabível o HC, “não se mostra pertinente a análise do pedido de inconstitucionalidade da súmula”.

NOTA DE REPÚDIO
A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) repudia veementemente as declarações do deputado federal Marcelo Itagiba à imprensa no dia 18 de setembro de 2008 e exige explicações da Comissão Parlamentar de Inquérito que preside. Ao comentar o conteúdo da perícia elaborada por peritos criminais federais em equipamentos supostamente utilizados para interceptações telefônicas ilegais pela Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), o deputado afirmou que o material seria submetido a nova análise a ser realizada por "peritos independentes" da Unicamp.
A APCF esclarece que:
1. Os peritos da Polícia Federal possuem a atribuição legal para realizar, com total autonomia, perícias oficiais no interesse da União. Os laudos oficiais produzidos pelos peritos criminais federais envolvem a utilização de técnicas, equipamentos e metodologias modernas e aceitas internacionalmente pela comunidade científica forense;
2. A autonomia da perícia oficial é um pressuposto fundamental para o Estado Democrático de Direito;
3. Os peritos criminais federais possuem fé pública e estão sujeitos à disciplina do Poder Judiciário, devido ao cargo público que exercem, cabendo-lhes expressar a verdade;
4. Os peritos criminais federais são profissionais altamente capacitados em diversas áreas do conhecimento científico, com isenção e independência para o exercício de suas funções, ou seja, elaboração de laudos oficiais, indispensáveis à materialização dos delitos, conforme ocorreu em inúmeras investigações de Comissões Parlamentares de Inquéritos, como a CPI do Banestado, a CPI dos Correios, a CPI da Biopirataria, entre tantas outras;
5. A contratação de órgãos não oficiais para a realização de perícias de qualquer natureza põe em suspeição o resultado apresentado por estes;
6. Caso o parlamentar tenha identificado alguma irregularidade formal no laudo emitido pelo Instituto Nacional de Criminalística, ela deve ser apontada objetivamente ao órgão competente.
7. Se houver outros equipamentos da ABIN ainda não periciados, eles devem ser encaminhados para o órgão de perícia oficial da União;
As declarações do deputado federal Marcelo Itagiba são lamentáveis e colocam em risco a credibilidade dos órgãos periciais oficiais perante à sociedade, assim como o saudável relacionamento entre as instituições públicas. Em investigações de qualquer natureza, a sociedade não precisa de factóides políticos e, sim, da verdade real.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Novela da Rádio Justiça fala de descaminho e contrabando
Suzete é uma taquígrafa que ganha uma viagem do primo, o suspeitíssimo Agenor, para o Paraguai. Animada com a primeira viagem ao exterior, ela recebe diversas encomendas de amigos e parentes. Depois de praticamente comprar tudo o que tinha do outro lado da fronteira, eles tomam o rumo da volta. Ao atravessar a fronteira com o Brasil, ela descobre que está cometendo o crime de descaminho, e é acometida por um imenso sentimento de culpa. Já Agenor, que afirmou ter comprado apenas umas besteiras, voltou para o Brasil com algo muito pior que uma simples muamba.
“Os Descaminhados” é a novela da Rádio Justiça sobre os crimes de descaminho e contrabando que estréia na segunda-feira, dia 22.
Histórico
Justiça em Cena é um projeto da Rádio Justiça iniciado em 2004, quando a emissora foi inaugurada. Retomado e reelaborado em 2007, o programa atualmente tem episódios semanais. Entre as edições anteriores, “A Fonte da Juventude” tem como tema o Estatuto do Idoso; “1932” resgatou a história da Revolução Constitucionalista e lembrou o voto das mulheres. “Gatos e Gambiarras” mostrou que furtar energia elétrica e sinal de tv a cabo não só dá confusão como é crime, e em “Terra em Trânsito”, delitos de trânsito e o risco que os infratores assumem ao violar as regras da condução de veículos. Em “Sem remédio”, foram retratados erro médico e charlatanismo; em “Caiu na rede é peixe”, os crimes virtuais; em, “De boca na urna”, crimes eleitorais. “Tico-tico no fubá” falou dos crimes contra o casamento. “A batata quente” lembrou os crimes contra a assistência familiar e a guarda compartilhada e “O Escritório” é sobre nepotismo e os problemas causados ao cidadão pelo excesso de burocracia. A última, “Cabeça de Pedra”, trata da segurança no trabalho.
Em novembro de 2007, Justiça em Cena foi considerado "Melhor Programa de Rádio" pelo 5º Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça. O projeto conta com a colaboração de técnicos, editores, repórteres e produtores da Rádio e da TV Justiça. “Os Descaminhados” tem as vozes de Odete Rocha, Roberto Rosemberg, Tomaz Menezes e William Galvão. O roteiro é de Guilherme Macedo; direção, Viviane Yanagui e sonoplastia, Marcus Tavares.
No ar
“Os Descaminhados” será veiculada em nove horários, de segunda a sexta-feira: às 5h50, 10h50, 13h50, 14h50, 17h50, 20h50, 23h50, 1h50, 3h50. Sábado e domingo, às 20h, a rádio apresenta o compacto com a história completa.
A Rádio Justiça é sintonizada em 104,7 MHz, em Brasília, via satélite ou pelo site www.radiojustica.gov.br. O áudio de todas as radionovelas produzidas está disponível no site.

Gilmar Mendes pede providências à PF sobre atentado a juiz
O presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, ministro Gilmar Mendes, pediu ao diretor da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, providências na apuração do atentado à casa do juiz federal Luiz Carlos Canalli, ocorrido na madrugada desta sexta-feira (19).
Gilmar Mendes conversou mais cedo com o juiz, que é diretor do fórum da Justiça Federal de Umuarama, município localizado a noroeste do Paraná. Canalli relatou a ele os detalhes do atentado. Esta é a segunda tentativa de homicídio contra juízes federais ocorrida em sete meses na cidade. A primeira foi contra o juiz Jail Benites de Azambuja, que teve o carro baleado no dia 28 de fevereiro.
Canalli contou à imprensa que foi acordado por tiros de pistola 9 mm disparados contra a fachada de sua casa, sobretudo na altura da garagem. Testemunhas relataram aos jornais locais que os dois autores do crime estariam numa moto. Fonte: STF
Palestra "Pedofilia na internet: como combater". UNIVALE, Gov. Valadares, MG, 17.09.08.

Congresso Internacional - CIDAT teve pré-lançamento na Academia de Polícia Civil de São Paulo com apoio da Fenalaw/2008.

Crimes tecnológicos na era 3G –www.cidat.org.br

Os ataques por meio da Internet aumentaram consideravelmente em 2007 e 2008. Criminosos cibernéticos utilizaram 785.684 programas maliciosos de computador, conhecidos como malware. Ferramentas e "kits" prontos estão à disposição de criminosos por meio da Internet. E a surpresa é que a maioria dos ataques é direcionada a saquear contas depositadas sob a guarda de instituições financeiras no Brasil. O Brasil se tornou o terceiro maior disseminador de malware e arquivos espiões do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da China. A tendência desse tipo de golpe, de malware, é aumentar, na medida em que o número de internautas também aumenta com o passar do tempo. As pessoas devem ter cada vez mais consciência de que informática não é mais apenas um souvenir, e sim um dispositivo de uso pessoal, no qual não se pode apenas ser um usuário, pois se exige cada vez mais conhecimento daquilo que está usando. Toda essa gama de vírus mutantes em computadores já está chegando também nos dispositivos móveis, como celulares, palms e PDA''s e, possivelmente, atingirá os Iphones de geração 3Gs, e seguintes, recém-lançados.
Os Bancos em um futuro próximo pretendem aprimorar as transações Bancárias por meio de aparelhos de celular com múltiplas funções. O Visa e o Banco do Brasil lançaram na primeira semana de agosto (02/09) o sistema de pagamento pelo celular. Por segurança para se testar o sistema o limite das operações esta limitado ao valor de cem reais.
Quando se fala em pagamento pelo celular, a primeira preocupação é com a segurança, já que no Brasil os índices de furtos de celular são altos e o sistema não solicita senha. um sistema de cadastro de usuários para que somente estes possam acessar o novo serviço.
Quando se fala em pagamento pelo celular, a primeira preocupação é com a segurança, já que no Brasil os índices de furtos de celular são elevados altos e o sistema não solicita senha.
Uma campanha de e-mail anunciando a nova geração do iPhone -- o modelo 3G – tem como objetivo o furto qualificado de senhas e dados bancários dos internautas. O golpe, com foco na América Latina, consiste no envio de mensagens escritas em espanhol que contêm links maliciosos. Quando a vítima clica nos endereços sugeridos para obter mais informações sobre o telefone multimídia da Apple, pode infectar involuntariamente seu computador com um cavalo de tróia.
Atualmente as organizações criminosas em meio virtual possuem poder de ação indeterminado e acelerado. O investimento e as ações são dinâmicos formando uma enorme associação virtual criminosa para cometer saques em contas bancárias. Trata-se de agências criminosas com grandes ramificações a tal ponto que os criminosos não se conhecem. Os grupos são organizados hierarquicamente e utiliza-se de uma linguagem própria e de técnicas sofisticadas. O trabalho do crime se processa em ritmo acelerado com novos envolvidos surgindo a cada momento. É a organização do crime a distancia. “A extensão dos delitos nunca é plenamente conhecida e o ataque se processa como ondas e as fraudes podem ser perpetradas na privacidade da residência ou em outro local qualquer como escritórios, universidades, aeroportos e outros locais públicos dificultando a investigação”.
Estamos interligados e toda nova tecnologia que surgir, se for utilizada sem conhecimento mínimo, pode ser prejudicada por esses criminosos.
As instituições públicas e privadas, tem promovido uma séria de encontros para debater o fenômeno dos crimes cometidos por meio de avençadas ferramentas tecnológicas.
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O Brasil é reconhecidamente um dos países mais avançados em tecnologia de segurança de dados e a OAB/SP tem reunido grandes autoridades nacionais e internacionais no combate aos delitos cibernéticos para troca de experiências.
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Nesta semana (13/8) a Presidência da Comissão de Direito da Sociedade da Informação da OAB/SP, esteve ministrando palestra sobre o atual cenário dos crimes cibernéticos no Brasil e no mundo na Faculdade Politécnica de Jundiaí. Participou dos debates o ilustre Dr. Paulo Quintiliano, Ph.D que atua como Perito Criminal Federal da Polícia Federal e atua como membro Consultor da aludida Comissão da OAB/SP. O evento foi organizado pela Prof. Ms. Denise C. Lima Baptista, Coordenadora Curso de Direito da FPJ.
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São Paulo recebe esta semana uma das maiores autoridades do mundo sobre crimes digitais.
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Ainda neste mês de agosto, a Comissão de Direito da Sociedade da Informação tem participado de importantes eventos contando com o apoio da FENALAW 2008.
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Na próxima semana, Coriolano Camargo, sócio diretor da Almeida Camargo Advogados estará ministrando uma série de Palestras sobre os crimes digitais na Academia de Policia Civil do Estado de São Paulo (19/08) no renomado Escritório Brasil Salomão e Matthes Advocacia (20/08) e também em diversas instituições financeiras na data de (21/08).
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Para conhecimento informamos que a ACADEPOL recebeu confirmação da presença das seguintes autoridades: Presidência do Tribunal de Justiça de São Paulo
IBCCrimPresidência da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo
Escola Superior de AdvocaciaPolícia FederalMarinha do BrasilEmbraerAdpesp
Diretoria da Fenalaw/2008
Polícia Civil do Estado de São Paulo
As inscrições e confirmações para este evento podem ser feitas em contato com a Professora Denise Baptista, d. Delegada de Polícia Assistente da Secretaria de Cursos Complementares - Acadepol (11) 3039.3484 (cartaz anexo).
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Os eventos contam ainda com a participação especial do Professor Anthony Reyes do Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) e também da Professora da FGVlaw, Simone Viana Salomão. Ambos os Professores são membros Consultores da Comissão de Direito da Sociedade da Informação da OAB/SP.
O Professor Reyes Atuou junto à força Tarefa de Combate aos Crimes contra a Criança e Adolescente cometidos pela Internet do Estado de Nova York (ICAC), junto ao Instituto de Iniciativa de Parceria para a promoção de Justiça de Crimes Eletrônicos (ECPI) à InfraGard da Cidade de Nova York e à Associação Internacional de Investigadores e Especialistas em Computação (IACIS). Posteriormente em sua trajetória, coordenou operações históricas com diversas agências Americanas em cooperação com a CIA, FBI e outros grupos Internacionais. Atua ainda na área de crimes digitais para a República Popular da China com foco nas Olimpíadas de Pequim.
Nesta semana, os aficionados por tecnologia podem presenciar em São Paulo a agenda de pré-lançamentos do Congresso Internacional dos Delitos de Alta Tecnologia, evento internacional que reúne especialistas de renome e conta com o apoio Institucional da FENALAW 2008. Para maiores informações: www.cidat.org.br e www.fenalaw.com.br.
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A FENALAW 2008 conta com o apoio institucional da OAB/SP é modelo e referência do conhecimento no cenário jurídico em nosso país e aborda temas de Administração Legal tais como planejamento estratégico e marketing para advogados, compõe sua agenda debates que abordarão novas áreas do Direito, em especial o Direito Digital. Direito Ambiental, Agências Reguladoras, Arbitragem.
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Coriolano Aurélio de Almeida Camargo Santos
Presidente da Comissão de Direito na Sociedade da Informação da Ordem dos Advogados do Brasil – Secção de São Paulo
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Simone Viana Salomão
Diretora da Fenalaw, Professora e coordenadora do Curso de Administração Legal da GVlaw e Consultora da Comissão de Direito na Sociedade da Informação da Ordem dos Advogados do Brasil – Secção de São Paulo
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MPF é contra resolução que regulamenta interceptações telefônicas
A Procuradoria Geral da República (PGR) ingressou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4145) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que disciplina os procedimentos para autorização judicial de escutas telefônicas.
Segundo o procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, o CNJ “agiu além de sua competência constitucional” ao estabelecer regras para a validade de decisões judiciais sobre escutas telefônicas. "Não pode o CNJ incluir formalidade que a lei não o fez, sob a frágil roupagem de regulamentação administrativa, tolhendo não só a liberdade do juiz mas também a legítima expressão da vontade geral filtrada democraticamente pelo Legislativo", diz Antonio Fernando na ação.
Para o procurador-geral, mesmo que o STF não reconheça que a resolução representa “indevida ingerência do CNJ em atividade típica do Judiciário” e reafirme sua “natureza unicamente administrativa”, ela deve ser considerada inconstitucional porque trata de matéria que somente pode ser regulamentada por meio de lei (inciso XII do artigo 5ª da Constituição).
Antonio Fernando pede que a resolução seja suspensa liminarmente ou que se aplique à ação o rito abreviado de julgamento, previsto na Lei das ADIs (artigo 12 da Lei 9.868/99). Segundo ele, a concessão da liminar “decorre da necessidade de suspensão da eficácia dos dispositivos impugnados para um exame mais aprofundado do tema, bem como para se evitar que os juízos sejam atingidos por ingerência formalmente indevida".
O ministro Cezar Peluso é o relator da ação.
Resolução
Aprovada no dia 9 de setembro pelo CNJ, a Resolução 59 tem 22 artigos. Ela estabelece que os juízes terão que informar, mensalmente, a quantidade de interceptações telefônicas em andamento. Os dados serão repassados pelas corregedorias dos tribunais à Corregedoria Nacional de Justiça, que terá um controle das interceptações telefônicas.
A resolução prevê, ainda, a identificação das pessoas que tiveram acesso às escutas autorizadas, com a finalidade de preservar o sigilo das informações obtidas e evitar vazamentos. As informações serão sistematizadas pelo CNJ e possibilitarão dados estatísticos sobre o assunto.
Fonte: STF
STJ rejeita princípio da insignificância em furto de peças de roupa
A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou habeas-corpus a uma senhora que foi denunciada por tentativa de furto qualificado em uma loja de departamentos. Segundo os autos, depois de retirar os sensores de alarme existentes nas peças de roupa com um alicate de unhas, ela tentou furtar três camisetas e sete bermudas avaliadas em R$ 275,00. Acompanhando o voto do relator, ministro Paulo Gallotti, a Turma rejeitou a aplicação do princípio da insignificância requerido pela defesa, por entender que tal comportamento revelou relativa periculosidade social e significativo grau de reprovabilidade, o que descaracteriza a tese da mínima ofensividade da conduta.
Citando precedentes da Corte e do Supremo Tribunal Federal, Paulo Gallotti reiterou, em seu voto, que, para aplicar o princípio, deve-se ter em conta a mínima ofensividade da conduta do agente, a nenhuma periculosidade social da ação, o reduzidíssimo grau de reprovabilidade do comportamento e a inexpressividade da lesão jurídica provocada.
Segundo o relator, o reconhecimento de tais pressupostos demanda o minucioso exame de cada caso sob julgamento para evitar a vulgarização da prática de delitos, não se mostrando possível nem razoável a criação de estereótipos, tal como a fixação antecipada de um valor mínimo para sua incidência.
Ressaltou, ainda, que, para as hipóteses de subtração de bem de pequeno valor, o legislador criou a figura do furto privilegiado, prevista no parágrafo 2º do artigo 155 do Código Penal, que não se confunde com a conduta atípica, penalmente irrelevante. Fonte: STJ
Filme: Última Parada 174
Seqüestro do ônibus 174, no Rio de Janeiro, vira filme com direção de Bruno Barreto, que traz ângulos diferentes desta história real. Com Michel Gomes, Cris Viana e Marcelo Melo.
"Tropa de elite" afirma que o Rio de Janeiro é a cidade mais perigosa do mundo.
Os produtores do filme "Tropa de Elite" não perderam a chance. Assistam (em inglês) o trailer do filme, que está sendo divulgado no exterior, e que começa afirmando que o Rio de Janeiro é a cidade mais perigosa do mundo.
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